Dresden Dolls - Yes, Virginia
Três anos depois de terem lançado o primeiro album produzido em estúdio, com o mesmo nome da banda (de onde saírem singles geniais como Girl Anachronism e Coin-Operated Boy), os Dresden Dolls lançaram este ano mais um magnífico album apelidado de Yes, Virginia.
Para quem não conhece a banda dos seus dois albuns anteriores (A Is For Accident, The Dresden Dolls), vai certamente estranhar este som diferente de quase todos os outros. O nome da banda, Dresden Dolls representa o estilo da sua música, segundo Amanda Palmer, pois por um lado existe a face vunerável e feminino das bonecas (Dolls) e por outro lado a violência e cacofonia do bombardeamento de Dresden durante a 2ª Guerra Mundial. Depois? Bem depois, um piano, uma belíssima voz - de Amanda Palmer - e uma bateria (e por vezes, até mesmo uma guitarra) - Brian Viglione - é a receita, a que aliam a um visual que faz lembrar os Mimos ou Artístas de Teatro. O resultado é o que Palmer apelidou de Bretchian Punk Cabaret (para evitar que a imprensa menos informada os apelidasse de banda gótica), tanto com músicas poderosas, onde a voz, o piano e a bateria parecem todos gritar de ira e raiva, com músicas mais calmas, onde Amanda nos apresenta uma voz melodiosa e encantadora. Isto tudo aliado a letras ousadas (Sex Changes, First Orgasm a título de exemplo) e um comportamento em palco e nos videoclips também ousados - Amanda parece teimar em aparecer em roupa interior nos videoclips, e já houve concertos onde foi além disso. Falando concretamente deste album, Yes, Virginia (nome que foram buscar a uma linha da musica Mr. O, por sua vez em referência à resposta de uma carta mandada ao jornal New York Sun em 1897 onde se afirmava Yes, Virginia, there is a Santa Claus) da produtora Roadrunner Records a química muda pouco relativamente a The Dresden Dolls. Desde a energia de Sex Changes e Backstabber (o mais recente single), ao encanto de Mrs. O e Sing (o primeiro single), passando por temas como Delilah, First Orgasm, Shores of California, e Necessary Evil temos uma hora musical de puro deleite. Esperemos que a dupla não demore muito a presentear-nos com um terceiro album e que volte rapidamente a Portugal (estiveram cá no passado mês de Maio e, infelizmente, não tive a oportunidade de os ver).

Para quem não conhece a banda dos seus dois albuns anteriores (A Is For Accident, The Dresden Dolls), vai certamente estranhar este som diferente de quase todos os outros. O nome da banda, Dresden Dolls representa o estilo da sua música, segundo Amanda Palmer, pois por um lado existe a face vunerável e feminino das bonecas (Dolls) e por outro lado a violência e cacofonia do bombardeamento de Dresden durante a 2ª Guerra Mundial. Depois? Bem depois, um piano, uma belíssima voz - de Amanda Palmer - e uma bateria (e por vezes, até mesmo uma guitarra) - Brian Viglione - é a receita, a que aliam a um visual que faz lembrar os Mimos ou Artístas de Teatro. O resultado é o que Palmer apelidou de Bretchian Punk Cabaret (para evitar que a imprensa menos informada os apelidasse de banda gótica), tanto com músicas poderosas, onde a voz, o piano e a bateria parecem todos gritar de ira e raiva, com músicas mais calmas, onde Amanda nos apresenta uma voz melodiosa e encantadora. Isto tudo aliado a letras ousadas (Sex Changes, First Orgasm a título de exemplo) e um comportamento em palco e nos videoclips também ousados - Amanda parece teimar em aparecer em roupa interior nos videoclips, e já houve concertos onde foi além disso. Falando concretamente deste album, Yes, Virginia (nome que foram buscar a uma linha da musica Mr. O, por sua vez em referência à resposta de uma carta mandada ao jornal New York Sun em 1897 onde se afirmava Yes, Virginia, there is a Santa Claus) da produtora Roadrunner Records a química muda pouco relativamente a The Dresden Dolls. Desde a energia de Sex Changes e Backstabber (o mais recente single), ao encanto de Mrs. O e Sing (o primeiro single), passando por temas como Delilah, First Orgasm, Shores of California, e Necessary Evil temos uma hora musical de puro deleite. Esperemos que a dupla não demore muito a presentear-nos com um terceiro album e que volte rapidamente a Portugal (estiveram cá no passado mês de Maio e, infelizmente, não tive a oportunidade de os ver).
1. Sex Changes
2. Backstabber
3. Modern Moonlight
4. My Alcoholic Friends
5. Delilah
6. Dirty Business
7. First Orgasm
8. Mrs. O
9. Shores of California
10. Necessary Evil
11. Mandy Goes to Med School
12. Me & The Minibar
13.Sing
2. Backstabber
3. Modern Moonlight
4. My Alcoholic Friends
5. Delilah
6. Dirty Business
7. First Orgasm
8. Mrs. O
9. Shores of California
10. Necessary Evil
11. Mandy Goes to Med School
12. Me & The Minibar
13.Sing


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